Revista The Economist diz que Bolsonaro apresenta sinais de insanidade.

Uma das principais revistas de economia do mundo e bússola dos neoliberais em relação aos investimentos manda um recado para os empresários e investidores do mundo: “Jair Bolsonaro se isola do jeito errado”.
A revista ressalta que o presidente do Brasil está unido a um seleto grupo de quatro presidentes negacionistas do coronavírus, os presidentes da Bielorrússia, Turcomenistão e Nicarágua.
Mesmo antes do coronavírus, o Brasil vinha amargando fugas de capitais estrangeiros e nacionais em decorrência dos erros da condução econômica e da instabilidade política promovida pelo presidente. 
Analistas internacionais apontam que as polêmicas políticas e o ultraconservadorismo cometidos pelo governo brasileiro demonstram a incapacidade de governar.
Estudos contratados por bancos e empresas internacionais apontam que, em boa medida, as crises pelas quais o país passa são causadas pelo próprio governo. Cresce a percepção de que as ações do presidente tencionam às instituições democráticas e colocam em risco não apenas o seu governo como o futuro do país.
Bolsonaro passa mão no nariz e cumprimenta idosa
Uma demonstração factual das ações inconsequentes do presidente foi o último passeio para tomar um café em uma das quadras de Brasília na qual o governante parece que, propositadamente, passa uma das mãos no nariz e depois cumprimenta uma senhora com as mãos.
Estes tipos de gestos ganham espaço na imprensa e tomam a atenção da opinião pública que se polariza entre os apoiadores e críticos ao governo.  No entanto, a crescente fissura entre o grupo militar que dá esteio ao governo apontam para uma possível precipitação da transição que marcará o afastamento do capitão para que o general Mourão assuma o governo.

 

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Aventuras presidenciais no Carnaval

Notícia da hora.

Boçalnaro toma um passa fora e pede desculpas ao generalato.

O presidente e os filhos ficaram barrados na reunião de emergência da cúpula militar para diminuir os efeitos da sangria pública.

Governo avalia uma espécie de pronunciamento com pedidos de “desculpas” e retratação enaltecendo o povo brasileiro.

Investidores internacionais cobram seriedade da autoridade brasileira aos responsáveis pelas reformas econômicas. Paulo Guedes dá sugestão aos caciques que envolvem o presidente que chegou a hora de começar a governar.

As ações infantis do presidente abre uma fissura no comando do governo e dá origem a dois grupos com interesses, por hora, distintos:  os que querem adiantar a transição de governo com o afastamento honrado do chefe de Estado para aproveitar a gordura do primeiro ano e tocar as reformas; e o segundo que, ainda, é fiel ao dirigente saltimbanco.

Em verdade, a frase que mais se escuta por Brasília é que Bolçalnaro é mais competente para derrubar o seu governo do que a oposição.

A cobertura sobre a Venezuela deverá apagar parte das ações pecaminosas do presidente no carnaval.

TEMOR BOLSONARIANO

Eleição no senado pode decidir a vida da família Bolsonaro. Senadores podem seguir a ponte de dinheiro construída por Paulo Maluf até a Suíça, caso Renan Calheiros não seja eleitor presidente do Senado.. 
O destino do senador Renan Calheiros, MDB/AL está mais entrelaçado com o futuro dos Bolsonaros do que a imprensa pode revelar.
Foto: Jorge William / Agência O Globo
Ontem, no acalorado debate entre os senadores, alguém gritou que há evidências que a família Bolsonaro têm mais de duas centenas de milhões em cofres na Suíça e que ficaria difícil explicar tanto dinheiro, por isso era importante a votação para presidência da casa ser fechada logo. 
 
Está clara a pressão sobre o Senador do Rio de Janeiro, Flávio Bolsonaro, PSL/RJ, envolvido com o escândalo dos assessores que depositaram parte do pagamento em sua conta, sobretudo o Queiroz. Enquanto o filho de Bolsonaro assinava a posse de seu mandato outros senadores gritavam, “E o Queiroz?! E o Queiroz?!” Este fato revela não apenas um grande desrespeito ao senador, mas o início de um processo de cobranças públicas que podem levar até seu pai, o Presidente da República.
Alguns familiares de senadores afirmaram que foi constrangedor para todos ver o nervosismo de Flávio que, após o ritual se isolou em seu gabinete saindo da mira das perguntas e dos olhares de todos os presentes.
Onyx Lorenzoni (DEM/RS), que perdeu a disputa para Rodrigo Maia (DEM/RJ) pela Presidência da Câmara dos Deputados, é o estrategista para mudar às regras do Senado para emplacar um senador do Baixo Clero, Davi Alcolumbre (DEM/AP), de pouca expressão no parlamento e fácil controle pelos governistas.
No entanto, Lourenzoni corre o risco de dar com os burros n’água já que, se Renan perder, a bancada que o apoia e a oposição podem pedir uma CPI contra Flávio Bolsonaro, que tem metido os pés pelas mãos e cometido muitos erros políticos antes de assumir o senado como pedir o arquivamento da investigação sobre o caso do seu assessor, Queiroz.
E cresce o número de senadores e políticos dispostos a revelar provas dos caminhos que levam aos bancos suíços e que Bolsonaro tenha trilhado nos 20 anos que foi colega de Paulo Maluf do PP.
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Se Renan Calheiros ganhar à presidência da casa, estará mais alinhado com as reformas neoliberais do superministro da Economia, Paulo Guedes,  do que com os desejos do Ministro da Justiça, Sérgio Moro. Moro será lembrado, por Renan, que para começar a caça aos corruptos deverá colocar a limpo a situação de Flávio e de toda a família Bolsonaro.
Por outro lado, Onix Lorenzoni pode está cavando ainda mais seu sepultamento como líder e estrategista do governo na câmara, já que atropela a tentativa do presidente Bolsonaro de fazer um acordo com Renan Calheiros para conquistar a presidência do senado em troca da paz de Flávio Bolsonaro. O presidente pediu socorro aos militares para pressionar o Presidente do STF, Dias Toffoli, quem tem obedecido todas as orientações de seus assessores militares.
Imagem: Dida Sampaio/EstadãoConteúdo/noticias.uol.com.br
Partidos que já tiveram grande força no senado, como o PSDB e o PT, estão perdidos. O primeiro, porque percebe que terá que se unir ao PSL e ao DEM para conseguir lugar na mesa diretora. O outro porque terá que se unir a Renan para não ficar, ainda, mais fragilizado no senado, correndo o risco de perder em

todas as votações.

Aguardemos os desdobramentos da disputa entre a velha política de rapina e a moderna política de pilhagem no senado.
                                                                                                         Eduardo Prates